Cadeira Monstrin.
Da série Metamorfose: um mobiliário sensorial e multifuncional infantil, feito para gerar emoção, autonomia e memória afetiva. Cadeira fixa, cadeira de balanço ou carrinho — a criança escolhe.
honrosa
Brincar como
projeto de afeto.
Criar produtos que conectem adultos e crianças pela construção de histórias compartilhadas. Inspirados no poder do livre brincar, buscamos experiências que estimulem o imaginário e fortaleçam a autoconfiança, a criatividade e o desenvolvimento emocional.
Brincar vai além da diversão: é caminho para fomentar afeto, carinho e cuidado, e uma conexão mais profunda entre gerações. As criações valorizam o respeito ao meio ambiente e promovem o aprendizado sobre sustentabilidade de forma natural e lúdica.
A criança monta sozinha, com supervisão de um adulto. Madeira e tecido são personalizáveis.
Do tecido
à bancada.

Seleção do buclê e dos tons, antes de fechar a estrutura.

Os balancins recortados, um em tauari e outro em roxinho, ainda soltos.

Montagem da base e dos pinos de encaixe que articulam a peça.

A estrutura fechada na bancada, antes do estofamento entrar.
Uma peça que
se escolhe.
Madeira e tecido são personalizáveis — a mesma estrutura muda de caráter conforme a combinação.
Falta por que essa madeira e não outra.
Falta por que essa madeira e não outra.
O tecido é o que dá o toque macio onde a criança encosta o corpo — e o que muda a personalidade da peça na hora de escolher a cor.
Feito para
mão pequena.

O contorno do encosto vira bicho: as saliências macias são o que transforma a cadeira em personagem.

O pino à vista é o que a criança gira para trocar de modo. Peça de encaixe, não parafuso escondido.

Onde a mão agarra, tem tecido. Onde o corpo apoia, tem madeira. A divisão não é decorativa.
Uma folha,
três modos.
O croqui original: os três modos desenhados na mesma folha, com as medidas anotadas ao lado.
A peça executada, em madeira maciça e buclê — aqui na versão de balanço.
O que o júri viu.
“Divertido, lúdico e gracioso, o mobiliário infantil possibilita a interação, explorando o imaginário e diferentes experiências no brincar. Também promove a sensação de conquista e autonomia da criança, que pode montá-lo sozinha, apenas com a supervisão de um adulto. Tem múltiplas funções: cadeira fixa, de balanço ou carrinho.”
Um móvel que
se transforma.
A mesma estrutura atende três modos de brincar, e a troca é feita pela própria criança. O móvel deixa de ser um objeto que se usa e passa a ser um objeto que se opera — é daí que vem a sensação de conquista que o júri apontou.
Falta o fechamento na sua voz: o que a peça virou depois do prêmio, e o que você aprendeu fazendo.
Mais ângulos.






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